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A EF&Partners Art Consulting reconhece a necessidade de Coleccionadores Privados, Empresas e Instituições Públicas ou Privadas, procederem à Classificação e Inventariação de Obras de Arte, Colecções, Antiguidades, Achados Arqueológicos e Objectos com valor Histórico, em muitos casos para fins contabilísticos, visto o Património representar um Activo Fixo.

O Inventário do Património Artístico-Cultural é portanto não só uma necessidade de "ordenamento", mas um poderoso meio de Gestão e Documentação do Património, que permite seguir o ciclo de vida do bem inventariado, intervenções, restaurações, deslocações e uma correcta classificação, seja no Domínio Publico que no Privado.

O Inventário, com folhas de Cadastro individual para cada objecto, Registo Fotográfico e Base de Dados serão entregues numa plataforma acordada com o Cliente, seguindo as normas do ICOM - International Council of Museums.

Toda a actividade humana é hoje sujeita a classificações, ou seja a um qualquer tipo de ordenamento.

As obras de Arte e os Objectos Artísticos não são excepção

O ordenamento começa pela necessidade de classificar os períodos históricos, estilos ou movimentos artísticos de forma a tornar mais simples o entendimento das expressões artísticas e as obras que daí surgiram.

Classificar e etiquetar as obras de Arte é por vezes a única forma de entender dentro de um determinado período histórico, o estilo único do artista, sendo que de outra forma seria impossível reconhecer quem fez o quê, quando , como e acima de tudo reconhecer o génio.

TERMINAL LEITURA ÓPTICA CODIGO BARRAS

Cabe aos Historiadores de Arte a tarefa de classificar todas estas categorias ao longo da linha temporal, que não tem um paralelismo directo com a linha do tempo histórico.

Este tipo de classificação, será objecto de estudos específicos em cada forma de Arte.

CLASSIFICAÇÃO

Qualquer tarefa humana ou profissão tem por inerência um conjunto de características:

  • Conhecimento e Estudo

  • Domínio das técnicas e tecnologias associadas à actividade que exercemos

  • Desenvolvimento de capacidades para execução das tarefas

  • Estratégia para alcançar o objectivo proposto

Aparentemente e dentro dos pressupostos acima referidos, poderíamos concluir que a profissão de Inventariador não requer qualquer tipo de Arte...nada de mais errado!

Os nossos Inventariadores ao longo do seu caminho profissional, e perante os mais diferenciados Universos de Bens, devem dominar e aplicar o seu conhecimento, técnicas e metodologias, delinear estratégias...mas devem responder também a um conjunto de perguntas, dentro do contexto geográfico, sócio-cultural e de mercado em que desenvolve a sua actividade:

O que é isto? Qual a sua importância no Universo de bens que estou a inventariar? Quais os particularismos? Como classificar e que parâmetros utilizar? Necessito de informação suplementar para este bem? Já vi algo de parecido?

A resposta a estas perguntas requer características e capacidades que consideramos atípicas no desenvolvimento de uma acção mecânica, como:

  • Cultura

  • Investigação

  • Comparação

  • Sensibilidade

  • Análise

  • Visualização

  • Percepção

  • Interpretação

  • Decisão

Estamos perante uma profissão típica da nossa era, o Inventariador, o qual devido ao acesso às novas tecnologias, pode hoje por meio da sua profissão e da sua “Arte”, interferir de maneira decisiva no mercado cada vez mais global, na forma como para a posteridade, descrevemos, classificamos e analisamos a Arte.

Base de dados, migração, classificações, cadastro, foto digital, gestão documental e patrimonial... Um mundo novo que nasce com um único objectivo: Inventariar.

Poderá formular qualquer pedido na página de CONTACTOS.

 

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